Dia 28 (segunda-feira): A atitude dos primeiros cristãos frente à morte era completamente nova para aquela época. O seu testemunho converteu o mundo romano, levando-o a acreditar no amor de Deus e na vida eterna. (Francisco Xavier Nguyen Van Thuan, O Caminho da Esperança, edição Paulinas, pág. 146, nº 685)

Dia 29 (terça-feira): As almas do Purgatório. Por caridade, por justiça e por um egoísmo desculpável – podem tanto diante de Deus! – tem-nas muito presentes nos teus sacrifícios e na tua oração. Oxalá que, ao falar nelas, possas dizer: «As minhas boas amigas, as almas do Purgatório…» (S.J.E., Caminho, Edições Prumo, pág. 243, nº 571)

Dia 30 (quarta-feira): A ansiedade é a maior traidora da verdadeira virtude e da verdadeira piedade. Finge aquecer-se no Bem, mas não o faz senão para resfriar-se. Só nos faz correr para que tropecemos. Portanto, devemos resguardar-nos da ansiedade, em todas as ocasiões, principalmente na oração. E para nos defendermos, no momento da oração, é sempre bom lembrar que a graça e o gosto pela oração não são deste mundo mas sim do Céu. É necessário, porém, que procuremos rezar bem, empenhando-nos constantemente nisso com toda a nossa diligência, sempre humildes e tranquilos. (S. Pio Pietrelcina; O Grande Amor de Deus – 365 dias com Padre Pio, edição Paulus, pág. 109, nº 10)

Dia 31 (quinta-feira): Não se contente em podar a árvore selvagem, enxerte-a para que ela produza. (Michel Quoist)

Dia 1 (sexta-feira): Sem Jesus Cristo o homem permanece para si mesmo um desconhecido, um enigma indecifrável, um mistério insondável. (S. João Paulo II)

Dia 2 (sábado): Perguntas-me porque te recomendo sempre, com tanto empenho, o uso diário da água benta. Podia dar-te muitas razões. Bastará, com certeza, esta, de Santa Teresa: «De nenhuma coisa fogem mais os demónios, para não voltar, que da água benta». (S.J.E., Caminho, Edições Prumo, pág. 243, nº 572)

Dia 3 (domingo): A consideração da brevidade desta vida não deveria constituir para ti motivo para fugires do mundo, nem para seres pessimista ou negligente nas tuas atividades. Deveria, pelo contrário, encher-te de coragem, fazendo-te lançar, com entusiasmo, numa corrida contra o tempo. Diz-se muitas vezes: «Tempo é dinheiro», mas tu deves considerar o tempo como um paraíso e como um dom do amor. (Francisco Xavier Nguyen Van Thuan, O Caminho da Esperança, edição Paulinas, pág. 146, nº 686)